sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Há quem escolha o Natal para ter férias longe da tradição


Entre muita "saturação", vontade de inovar, necessidade de esquecer maus momentos e alguma indiferença perante a tradição, não falta quem opte por viajar no Natal, levando cada vez menos "sentimento de culpa" na bagagem.
Joana e Sílvio Santos, de 30 e 29 anos, ainda namoravam quando decidiram passar as duas últimas semanas de Dezembro de 2004 longe da família para "mudar de ares" e aproveitar o Verão brasileiro.
A experiência de passar o Natal no Rio de Janeiro, "física e mentalmente distinto" da sua cidade, o Porto, marcou-os de tal forma que passaram a programar uma viagem todos os anos.
"Não é que não gostássemos de estar cá, mas já estávamos um pouco fartos do stress das compras, da agenda. Lá conseguimos relaxar e ainda poupámos dinheiro por faltarmos a jantares e festas", conta Joana à Lusa, referindo que os recém-casados foram também a Cabo Verde, Paris, Amesterdão e Barcelona.
"As famílias não adoraram a ideia, mas como nos vemos muito ao longo do ano habituaram-se e já vamos descansados. Se estivermos todos felizes e com saúde, já é Natal, não é?", questiona.
Já a família do lisboeta Gonçalo Jorge ainda tem dificuldades em conformar-se com as repentinas viagens de Natal do webdesigner de 34 anos.
Desde há quatro anos que o jovem e dois amigos esperam pelo dia 24 para decidir o destino: "Há sempre um voo que fica baratíssimo horas antes para encher o avião. Causa alguma inquietação, mas é muito divertido e combate a saturação que todos já sentíamos, é sempre uma altura de obrigações".
Com o passar do tempo, diz, o "sentimento de culpa" por não estar com a família foi diminuindo.
"Eles reclamam todos os anos e dizem que quero é remar contra a maré, mas no fundo sabem que o Natal me é um pouco indiferente. Mas um dia gostava de os levar comigo", refere Gonçalo, depois de a sorte o ter levado a Madrid, Barcelona, Bombaim e Açores.
É precisamente da ilha açoriana de São Miguel que Mário Jorge Cabral, de 49 anos, tem partido em viagem no Natal ou ainda antes: nos últimos sete anos, o professor passou três noites de Natal longe de casa e nos outros anos optou por viajar no dia 25.
Os Estados Unidos, onde o irmão vive há duas décadas, e o Brasil, Lisboa e Madrid, onde tem amigos, foram os destinos escolhidos.
"Custa-me um pouco, porque a minha mãe vive muito o Natal, mas sempre foi uma época que me custou, por presenciar a tristeza dos meus pais com a ausência do meu irmão. E o dia 25 não me diz nada, não é típico celebrá-lo na família", conta.
Já Lúcia Paiva, de 35 anos, costumava passar o dia de Natal "em festa", mesmo depois de "grandes noitadas familiares" na véspera, mas a morte da irmã, em Outubro de 2006, alterou o hábito da enfermeira lisboeta, que procura agora um "refúgio" longe das lembranças durante este período.
"Não é fácil escolher o destino, o Natal é vivido em todo o lado, está ao virar da esquina. Já estive na Islândia, na Índia e na Argentina, mas este ano juntei-me a uma instituição numa pequena missão em África, acho que será a melhor forma de reencontrar este espírito de que tanto se fala", afirma.
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1454654

domingo, 6 de dezembro de 2009

Rafael Bordalo Pinheiro



Pai da caricatura mais portuguesa de todos os tempos - o “Zé Povinho” -, Rafael Bordalo Pinheiro é um dos vultos da imprensa nacional, sobretudo a que se relaciona com a sátira política. Foi o mentor da banda desenhada em Portugal e no Brasil. Com o riso, fazia “o milagre da sátira contra o país da monotonia”, refere o historiador Rui Tavares. Tinha o exercício metódico da imaginação. Mas a sua arte não se resumiu aos desenhos. Impulsionou a indústria cerâmica das Caldas da Rainha, onde fundou uma fábrica de louça e, mais uma vez, evidenciou o seu talento. Foi um industrial do entretenimento. Um emblema da cultura portuguesa.

– Contrair Conteúdo
Um grande português é aquele que se torna autor da própria história. É o caso de Rafael Bordalo Pinheiro. O criador da banda desenhada em Portugal, um dos maiores a nível mundial, nasceu em Lisboa e, desde cedo, fomentou o gosto pelas artes, influenciado pelo pai. Foi com este que iniciou o estudo do desenho, primeiro a pincel e depois a lápis, dedicando-se à criação de “cartoons” nos jornais. Não é por acaso que é reconhecido como uma das figuras mais importantes na história da imprensa portuguesa. Foi ele que inventou o “Zé Povinho”, personagem mítica que ainda hoje é tida como a imagem do português revoltado com o poder.

Actualmente, “continuamos a usar o registo humorístico que ele inventou e introduziu na imprensa, desde finais do século XIX até quase aos dias de hoje”, revela o professor universitário José Miguel Sardica. Bordalo Pinheiro era como uma criança: adocicava a vida com humor e sarcasmo. Sempre recusou a imbecil veneração aos poderes instituídos e aos políticos que os representavam. Ganhou, por isso, um exército de inimigos.

Para aperfeiçoar o traço, Rafael Bordalo Pinheiro frequentou o Conservatório e a Academia de Belas-Artes, em Lisboa. Os estudos, associados ao seu apurado sentido crítico e ao talento que sempre lhe correu nas veias, fizeram com que se tornasse num dos mais espirituosos e delicados caricaturistas, rivalizando com os melhores profissionais estrangeiros. Apesar de ter colaborado na “Illustración de Madrid”, na “Illustración española y americana” e de o seu nome ter surgido na “Illustrated London News”, nunca teve o reconhecimento internacional que merecia, por criar “uma obra que dificilmente se compreende no estrangeiro, que diz respeito aos nossos hábitos, costumes, políticos e casa real”, explica Miguel Soromenho, historiador de Arte. A excepção aconteceu no Brasil, país para onde o artista emigrou em 1875, ano em que desenhou a sua personagem mais célebre, o “Zé Povinho”. Nesta data, o caricaturista já alcançara a fama em Portugal, por ter lançado as publicações “O Calcanhar de Aquiles” (álbum de caricaturas de homens notáveis), “A Berlinda”, “O Binóculo” (primeiro jornal a ser vendido nos teatros) e “Mappa de Portugal” (do qual se venderam 4 mil exemplares num único mês). Mas foi principalmente a sua participação em “A Lanterna Mágica”, primeiro jornal diário de crítica a que também pertenciam Guerra Junqueiro, Guilherme de Azevedo e Lino de Andrade e onde o artista publicou o “Zé Povinho”, que o lançou para o sucesso. “É aquela marca sociológica que existe em Portugal, das massas excluídas da intervenção cívica, excluídas da participação social e que, de repente, se revêem naquele desenho e passam a identificar-se com o próprio ‘Zé Povinho’. Alguém que se revolta, que reage, que tenta contrariar o Estado instituído”, enuncia José Miguel Sardica. Bordalo personifica a crítica mordaz no seu melhor.

Ao partir para o Rio de Janeiro, convidado para dirigir o jornal “O Mosquito”, Rafael conheceu o sucesso além-fronteiras. Depressa abandonou a publicação para lançar dois outros jornais, o “Psit!!!” e “O Besouro”, que tiveram enorme impacto na cultura daquele país. Quando regressou a Portugal, em 1879, este homem multifacetado criou o “António Maria”, outro grande sucesso artístico, e “Pontos nos ii”, jornal muito bem aceite pela população. Teve “a consciência de que o riso é uma arma. Inventa uma linguagem e, ao inventá-la, inventa até uma nova forma de ser”, explica José Miguel Sardica.

Mas não foi só no desenho que Rafael Bordalo Pinheiro se notabilizou. Em 1885 construiu uma fábrica de louça artística nas Caldas da Rainha que o fez brilhar como ceramista. De facto, não se descobrem novas terras sem perder de vista a costa durante muito tempo. As suas peças (jarras, vasos, bilhas, jarrões e pratos) revelam técnica e criatividade imensas, que percorrem o barroco e o decorativismo, características que também estão presentes nos seus trabalhos gráficos. Na louça nova das Caldas, todos os motivos decorativos são tirados da fauna e da flora locais ou dos utensílios domésticos do povo.

Rafael Bordalo Pinheiro desenhou também uma baixela de prata, da qual se destaca um faqueiro muito original, que executou para o 3.º visconde de S. João da Pesqueira, e criou variadíssimas e distintas encomendas para a decoração de palacetes, desde azulejos, painéis, floreiras, centros de mesa, bustos, molduras, caixas, além de alfinetes de peito e frascos para perfume, entre outros pedidos originais. Na cerâmica, o artista não pôde deixar de moldar determinadas esculturas que para sempre ficarão na história, como o óbvio “Zé Povinho”, representado em inúmeras atitudes, a “Maria Paciência”, a “Mamuda Ama das Caldas”, o “Polícia”, o “Padre Tomando Rapé” ou o “Sacristão de Incensório nas Mãos”.

Na Exposição de Paris de 1889, foi Bordalo Pinheiro quem dirigiu a construção do pavilhão português. Nele, agrupou os produtos nacionais com mão de mestre. Expôs as suas faianças das Caldas e passou a ser admirado naquele grande centro. Os mais conhecidos decoradores, pintores a aguarelistas franceses foram-lhe apresentados e os jornais teceram-lhe rasgados elogios. Era certo que tinha conquistado o estatuto de estrela e que era motivo de orgulho nacional. E não só do público erudito. De todos os públicos. Ele era “a dimensão castiça da nossa identidade”, identifica-o Dalila Rodrigues, directora do Museu Nacional de Arte Antiga.

Nunca interrompeu a actividade jornalística, e o seu último jornal foi “A Paródia”, publicado em 1900. Três anos depois, a Associação dos Jornalistas ofereceu ao distinto artista um álbum em que colaboraram muitos dos mais entusiastas admiradores do seu talento privilegiado.

Apaixonado pelas viagens, Rafael Bordalo Pinheiro é irmão de outro vulto da cultura portuguesa, Columbano Bordalo Pinheiro, e pai de Manuel Gustavo, caricaturista apreciável e professor de desenho na Escola Rodrigues Sampaio. Conhecido para sempre pelo seu inegável talento, Rafael provou que “a arte pode existir nos jornais”, como defende Raquel Henriques da Silva, professora de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Ele tinha uma característica muito própria: sabia rir-se de si mesmo. “É alguém que transcendeu de forma brilhante o choradinho português”, resume Rui Tavares.


http://www.rtp.pt/gdesport/?article=99&visual=3&topic=1

Rafael Bordalo Pinheiro ,Pai da caricatura mais portuguesa de todos os tempos - o “Zé Povinho”

Pai da caricatura mais portuguesa de todos os tempos - o “Zé Povinho” -, Rafael Bordalo Pinheiro é um dos vultos da imprensa nacional, sobretudo a que se relaciona com a sátira política. Foi o mentor da banda desenhada em Portugal e no Brasil. Com o riso, fazia “o milagre da sátira contra o país da monotonia”, refere o historiador Rui Tavares. Tinha o exercício metódico da imaginação. Mas a sua arte não se resumiu aos desenhos. Impulsionou a indústria cerâmica das Caldas da Rainha, onde fundou uma fábrica de louça e, mais uma vez, evidenciou o seu talento. Foi um industrial do entretenimento. Um emblema da cultura portuguesa.

– Contrair Conteúdo
Um grande português é aquele que se torna autor da própria história. É o caso de Rafael Bordalo Pinheiro. O criador da banda desenhada em Portugal, um dos maiores a nível mundial, nasceu em Lisboa e, desde cedo, fomentou o gosto pelas artes, influenciado pelo pai. Foi com este que iniciou o estudo do desenho, primeiro a pincel e depois a lápis, dedicando-se à criação de “cartoons” nos jornais. Não é por acaso que é reconhecido como uma das figuras mais importantes na história da imprensa portuguesa. Foi ele que inventou o “Zé Povinho”, personagem mítica que ainda hoje é tida como a imagem do português revoltado com o poder.

Actualmente, “continuamos a usar o registo humorístico que ele inventou e introduziu na imprensa, desde finais do século XIX até quase aos dias de hoje”, revela o professor universitário José Miguel Sardica. Bordalo Pinheiro era como uma criança: adocicava a vida com humor e sarcasmo. Sempre recusou a imbecil veneração aos poderes instituídos e aos políticos que os representavam. Ganhou, por isso, um exército de inimigos.

Para aperfeiçoar o traço, Rafael Bordalo Pinheiro frequentou o Conservatório e a Academia de Belas-Artes, em Lisboa. Os estudos, associados ao seu apurado sentido crítico e ao talento que sempre lhe correu nas veias, fizeram com que se tornasse num dos mais espirituosos e delicados caricaturistas, rivalizando com os melhores profissionais estrangeiros. Apesar de ter colaborado na “Illustración de Madrid”, na “Illustración española y americana” e de o seu nome ter surgido na “Illustrated London News”, nunca teve o reconhecimento internacional que merecia, por criar “uma obra que dificilmente se compreende no estrangeiro, que diz respeito aos nossos hábitos, costumes, políticos e casa real”, explica Miguel Soromenho, historiador de Arte. A excepção aconteceu no Brasil, país para onde o artista emigrou em 1875, ano em que desenhou a sua personagem mais célebre, o “Zé Povinho”. Nesta data, o caricaturista já alcançara a fama em Portugal, por ter lançado as publicações “O Calcanhar de Aquiles” (álbum de caricaturas de homens notáveis), “A Berlinda”, “O Binóculo” (primeiro jornal a ser vendido nos teatros) e “Mappa de Portugal” (do qual se venderam 4 mil exemplares num único mês). Mas foi principalmente a sua participação em “A Lanterna Mágica”, primeiro jornal diário de crítica a que também pertenciam Guerra Junqueiro, Guilherme de Azevedo e Lino de Andrade e onde o artista publicou o “Zé Povinho”, que o lançou para o sucesso. “É aquela marca sociológica que existe em Portugal, das massas excluídas da intervenção cívica, excluídas da participação social e que, de repente, se revêem naquele desenho e passam a identificar-se com o próprio ‘Zé Povinho’. Alguém que se revolta, que reage, que tenta contrariar o Estado instituído”, enuncia José Miguel Sardica. Bordalo personifica a crítica mordaz no seu melhor.

Ao partir para o Rio de Janeiro, convidado para dirigir o jornal “O Mosquito”, Rafael conheceu o sucesso além-fronteiras. Depressa abandonou a publicação para lançar dois outros jornais, o “Psit!!!” e “O Besouro”, que tiveram enorme impacto na cultura daquele país. Quando regressou a Portugal, em 1879, este homem multifacetado criou o “António Maria”, outro grande sucesso artístico, e “Pontos nos ii”, jornal muito bem aceite pela população. Teve “a consciência de que o riso é uma arma. Inventa uma linguagem e, ao inventá-la, inventa até uma nova forma de ser”, explica José Miguel Sardica.

Mas não foi só no desenho que Rafael Bordalo Pinheiro se notabilizou. Em 1885 construiu uma fábrica de louça artística nas Caldas da Rainha que o fez brilhar como ceramista. De facto, não se descobrem novas terras sem perder de vista a costa durante muito tempo. As suas peças (jarras, vasos, bilhas, jarrões e pratos) revelam técnica e criatividade imensas, que percorrem o barroco e o decorativismo, características que também estão presentes nos seus trabalhos gráficos. Na louça nova das Caldas, todos os motivos decorativos são tirados da fauna e da flora locais ou dos utensílios domésticos do povo.

Rafael Bordalo Pinheiro desenhou também uma baixela de prata, da qual se destaca um faqueiro muito original, que executou para o 3.º visconde de S. João da Pesqueira, e criou variadíssimas e distintas encomendas para a decoração de palacetes, desde azulejos, painéis, floreiras, centros de mesa, bustos, molduras, caixas, além de alfinetes de peito e frascos para perfume, entre outros pedidos originais. Na cerâmica, o artista não pôde deixar de moldar determinadas esculturas que para sempre ficarão na história, como o óbvio “Zé Povinho”, representado em inúmeras atitudes, a “Maria Paciência”, a “Mamuda Ama das Caldas”, o “Polícia”, o “Padre Tomando Rapé” ou o “Sacristão de Incensório nas Mãos”.

Na Exposição de Paris de 1889, foi Bordalo Pinheiro quem dirigiu a construção do pavilhão português. Nele, agrupou os produtos nacionais com mão de mestre. Expôs as suas faianças das Caldas e passou a ser admirado naquele grande centro. Os mais conhecidos decoradores, pintores a aguarelistas franceses foram-lhe apresentados e os jornais teceram-lhe rasgados elogios. Era certo que tinha conquistado o estatuto de estrela e que era motivo de orgulho nacional. E não só do público erudito. De todos os públicos. Ele era “a dimensão castiça da nossa identidade”, identifica-o Dalila Rodrigues, directora do Museu Nacional de Arte Antiga.

Nunca interrompeu a actividade jornalística, e o seu último jornal foi “A Paródia”, publicado em 1900. Três anos depois, a Associação dos Jornalistas ofereceu ao distinto artista um álbum em que colaboraram muitos dos mais entusiastas admiradores do seu talento privilegiado.

Apaixonado pelas viagens, Rafael Bordalo Pinheiro é irmão de outro vulto da cultura portuguesa, Columbano Bordalo Pinheiro, e pai de Manuel Gustavo, caricaturista apreciável e professor de desenho na Escola Rodrigues Sampaio. Conhecido para sempre pelo seu inegável talento, Rafael provou que “a arte pode existir nos jornais”, como defende Raquel Henriques da Silva, professora de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Ele tinha uma característica muito própria: sabia rir-se de si mesmo. “É alguém que transcendeu de forma brilhante o choradinho português”, resume Rui Tavares.

Laranja



Informações sobre a Laranja, características, vitaminas, benefícios e propriedades.
CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA

Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Sapindales
Família: Rutaceae
Género: Citrus
Espécie: C. x sinensis


INFORMAÇÕES

A laranja é uma fruta cítrica com sabor variando do doce para o levemente azedo.

É um fruto rico em sais minerais como, por exemplo, fósforo, cálcio e ferro.

Além dos sais minerais, a laranja é rica em vitamina C, possuindo também uma boa quantidade de vitaminas A e do complexo B.

É uma fruta pouco calórica, possuindo aproximadamente 40 calorias por 100 gramas.

A árvore que produz este fruto chama-se laranjeira.

É uma fruta híbrida, criada no passado, a partir do cruzamento da tangerina e do pomelo.

A origem desta fruta é a Índia. A versão doce da fruta foi trazida para o Brasil pelos portugueses, que a conheceram na China.

É uma fruta rica em suco e quando está madura assume a coloração alaranjada ou, em algumas espécies, permanece na cor verde.

A espécies de laranjas mais conhecidas e consumidas no Brasil são: laranja-pêra, laranja-lima, laranja-da-baia, laranja-seleta e laranja-cavala.

A parte interna é formada por pequenas bolsinhas onde se encontra o suco.

É muito utilizada para a produção de sucos e doces, aproveitando-se até mesmo a casca em algumas receitas.

http://www.suapesquisa.com/frutas/laranja.htm

Se o Natal te deixa triste, é hora de tentar uma nova estratégia



A pressão para estar feliz na época mais festiva do ano (Natal e Ano Novo) pode levar justamente a um sentimento inverso: a tristeza e até mesmo depressão. As expectativas para que a época de festas seja perfeita pode comprometer profundamente a saúde mental das pessoas.

Para evitar esse tipo de sentimento de frustração, Samuel Gladding, pesquisador na área de saúde familiar da Universidade Wake Forest, nos EUA, diz ser necessário desenvolver uma visão realista do que realmente representa essa fase do ano, e redefinir as expectativas quanto às festas pode ser crucial para ajudar algumas pessoas a lidarem com esse sentimento.

Lidando com as frustrações de Natal

Gladding enumera cinco pontos que podem diminuir possíveis “frustrações de Natal”. Primeiro, não idealize a época de festas. Algumas imagens clássicas mostram as pessoas reunidas ao redor de uma mesa redonda com sorriso no rosto acompanhados de perus de Natal simplesmente deliciosos. Na vida real é quase impossível chegar nem perto dessa perfeição. E o paradoxo é que quanto mais se tenta imitar modelos de felicidade, mais frustrada a pessoa pode ficar. Então lembre-se: as pessoas não são perfeitas. Não se comporte ou pressione a situação para que ela seja artificialmente excepcional.

Outra coisa, diz o pesquisador: aceite as pessoas do jeito que elas são. Da mesma forma que idealizamos as festas, podemos idealizar as pessoas e o modo que elas deveriam se comportar. As pessoas são do jeito que são e o espírito de Natal não faz com que elas mudem em função da data. “Ano novo, vida nova” pode ter um significado bastante abrangente, mas pode tambémvariar de pessoa para pessoa. Não espere que os problemas familiares ou aquela pessoa que você não gosta, mas é amigo de alguém da família, realmente mude nestes períodos.

Respeitar a história de cada um e fazer a sua

Contar histórias também é uma ótima maneira de manter um sentimento feliz, nessa época do ano. Memórias são algo melancólico, mas nos aproximam do sentimento de humanidade, além de contribuir para lembrar como situações nada perfeitas podem render ótimas lembranças.

Também é bom ter em mente o seguinte: toda família tem suas “rodinhas”, pessoas que se agregam por maior afinidade enquanto outras se agregam por obrigação. Não tome um lado. Seja neutro e aproveite para conversar com todos, deixando de lado as velhas rusgas. Algumas pessoas você só vai ver no próximo ano mesmo, então aproveite para se concentrar no que há de bom no momento.

Para finalizar, não se concentre demais nos seus próprios problemas. Se você acha que o ambiente onde está vai deixá-lo depressivo opte por um trabalho voluntário, longe de algo que poderia lhe deixar triste. E se sua família está longe, e você não vai conseguir viajar, outro motivo para sair e fazer algo para ajudar alguém. Basta planejar e se engajar.
http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=190972

sábado, 21 de novembro de 2009

Iluminismo




O ponto culminante da Revolução Industrial, em filosofia foi um movimento conhecido como Iluminismo. Iniciado na Inglaterra por volta de 1680 que rapidamente se difundiu, atingindo a maior parte dos países do norte da Europa e não deixando de ter influência também na América. A manifestação Suprema do Iluminismo verificou-se, contudo, na França, e o período em que ele se revestiu de verdadeira importância foi o séc. XVIII. Poucos movimentos históricos tiveram efeitos tão profundos no sentido de moldar o pensamento dos homens e de orientar o curso das suas ações.
O Iluminismo tinha algumas características marcantes: regimes democráticos constitucionais, baseados na participação popular através do voto, questionamento do ambiente monarca, divisão dos três poderes e defender oprincípio da intervenção do Estado na economia.
A inspiração do Iluminismo proveio, em partes, do racionalismo de Descartes, Espinosa e Hobbes, mas os verdadeiros fundadores do movimento foram: Sir Isaac Newton (1642-1727) e John Locke (1632-1704). Ainda que Newton não tenha sido um filósofo no sentido comum da palavra, sua obra teve a mais profunda significação para a história do pensamento.
O Iluminismo alcançou o apogeu da sua glória na França, durante o séc. XVIII, sob a influência de Voltaire e de outros críticos da ordem estabelecida.

O Ideal da Amizade




A camaradagem, o companheirismo, às vezes, parecem amizade. Os interesses comuns por vezes criam situações humanas que são semelhantes à amizade. E as pessoas também fogem da solidão, entrando em todo o tipo de intimidades de que, a maior parte das vezes, se arrependem, mas durante algum tempo podem estar convencidas de que essa intimidade é uma espécie de amizade. Naturalmente, nesses casos não se trata de verdadeira amizade. Uma pessoa imagina que a amizade é um serviço. O amigo, assim como o namorado, não espera recompensa pelos seus sentimentos. Não quer contrapartidas, não considera a pessoa que escolheu para ser seu amigo como uma criatura irreal, conhece os seus defeitos e assim o aceita, com todas as suas consequências. Isso seria o ideal. E na verdade, vale a pena viver, ser homem, sem esse ideal?

E se um amigo falha, porque não é um verdadeiro amigo, podemos acusá-lo, culpando o seu carácter, a sua fraqueza? Quanto vale aquela amizade, em que só amamos o outro pela sua virtude, fidelidade e perseverança? Quanto vale qualquer afecto que espera recompensa? Não seria nosso dever aceitar o amigo infiel da mesma maneira que o amigo abnegado e fiel? Não seria isso o verdadeiro conteúdo de todas as relações humanas, esse altruísmo que não quer nada e não espera nada, absolutamente nada do outro? E quanto mais dá, menos espera em troca? E se entrega ao outro toda a confiança de uma juventude, toda a abnegação da idade viril e finalmente oferece a coisa mais preciosa que um ser humano pode proporcionar a outro ser humano, a sua confiança absoluta, cega e apaixonada, e depois se vê confrontado com o facto de o outro ser infiel e vil, tem direito de se ofender, de exigir vingança? E se se ofende e grita por vingança, era realmente amigo, o traído e abandonado?

Sándor Márai, in 'As Velas Ardem Até ao Fim'

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Weather Underground WunderMap

Weather Underground WunderMap

Terá o homem ido à Lua?

http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1312871
O escândalo da fraude da viagem do homem à Lua surgiu em 2001, quando a Fox Television fez um programa e mostrou diversas evidências de fraude. O programa foi para o ar com o nome "FOX Special - Conspiracy Theory: DID WE LAND ON THE MOON?"






segunda-feira, 13 de julho de 2009

domingo, 28 de junho de 2009

O mundo felino lamenta a morte de Michael Jackson.

O mundo felino lamenta a morte de Michael Jackson. Ele cometeu vários erros e levou uma vida polêmica, mas como disse o Tudo Gato, o "Rei do Pop" teve "traumas irreversíveis na infância", que o tornaram uma pessoa "que não sabia lhe dar muito bem com os humanos". Além do mais, ele gostava muito dos animais, especialmente dos gatos.

Por isso, nada mais justo que a comunidade felina na Internet prestasse uma homenagem ao cantor. Vasculhei no Youtube e descobri vários vídeos de gatinhos dançando sucessos como Thriller e Beat It. Veja:
Gatinho safado dança Beat it, montagem super engracada.

Quinta dos Loridos - Jardim Oriental… ( Bombarral )


Quinta dos Loridos - Jardim Oriental Buddha Éden


A Quinta dos Loridos é um bonito Solar, situado na freguesia do Carvalhal, concelho do Bombarral.

Outrora, estas terras foram pertença do Mosteiro de Alcobaça, que as doou a João Annes Lourido, em 1430. No século XVI a família Sanches de Baena reconstruiu este Solar que é hoje um belo exemplo da nobre arquitectura rural do século XVIII, ostentando o orgulhoso brasão da família Sanches de Baena.

A Quinta dos Loridos é hoje uma unidade hoteleira de luxo e também uma afamada produtora de vinhos, nomeadamente de espumantes.

O Jardim Oriental Buddha Eden, com uma área de 35 hectares, lago artificial e plano para 6 mil toneladas de estátuas, encanta, um espaço de calma e paz de espírito.

entrada livre

http://www.guiadacidade.pt/portugal/index.php?G=monumentos.ver&artid=17023&distritoid=10

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Não desistas dos teus sonhos


Não te quero só para mim e nem poderia. Te quero para ti mesmo e para tua própria vida. Quanto mais fores aquilo que dejesas mais serás aquilo que eu desejo.Cada um tem de mim extamente O que Cativou, e Cada Um é responsável pelo que cativou, Não Suporto Falsidade e mentira, a verdade pode magoar, mas é sempre mais digna. Bom mesmo é ir a luta com determinação, Abraçar a VIDA e VIVER Com PAIXÃO. Perder com Classe e Vencer com OUSADIA, pois o Triunfo Pertence a Quem SE ATREVE e a VIDA É MUITO para Ser Insignificante. Eu Faço e Abuso da FELICIDADE e Não Desisto dos Meus Sonhos. O Mundo Está nas MÃOS DAQUELES que TEM CORAGEM de Sonhar CORRER o RISCO de VIVER SEUS SONHOS." Coragem..Coragem..Coragem é não Buscar Desculpas para ser Feliz !!!!!!!!! Charles Chaplin

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