sábado, 4 de fevereiro de 2012

Mais de 1,2 milhões de idosos vivem sozinhos ou em companhia de outros idosos


Segundo os resultados dos Censos de 2011, 400.964 idosos vivem sozinhos e 804.577 na companhia exclusiva de outras pessoas com 65 ou mais anos, representando cerca de 60% da população idosa a viver nestas condições.

Na última década, os idosos a viver sós ou em companhia com outros idosos aumentou 28%, passando de 942.594 em 2001 para 1,2 milhões em 2011, adiantam os dados do INE.

Os resultados dos Censos indicam também que o número de idosos a viver sozinhos aumentou 29% em Portugal nos últimos dez anos, uma subida idêntica (28%) à que se registou nos idosos que vivem exclusivamente com outros.

O INE refere que este aumento se verificou em todo o país, embora os crescimentos superiores à média nacional tenham ocorrido, nos últimos dez anos, na Região Autónoma da Madeira, Lisboa, Norte e Algarve.

No entanto e de acordo com o INE, é nas regiões de Lisboa (22%), Alentejo (22%) e Algarve (21%) que se verificaram as mais elevadas percentagens de idosos a viver sós, enquanto as mais baixas taxas encontram-se nas regiões do Norte e Açores, com 17% cada.

Os resultados dos Censos de 2011 mostram que a população idosa, com 65 ou mais anos, residente em Portugal é de 2,023 milhões de pessoas, representando cerca de 19 por cento da população total. Na última década o número de idosos cresceu cerca de 19%.

Na região Norte encontra-se 31% do total da população idosa, seguindo-se as regiões Centro e Lisboa, ambas com cerca de 26%, seguindo-se Alentejo (9,1%), Algarve (4,4%), Madeira (2%) e Açores (1,6%).

Segundo o Instituto Nacional de Estatística, cerca de 20% dos alojamentos familiares (797.851) são exclusivamente habitados por pessoas idosas, o que representa um acréscimo de 28,3% na última década.

O INE indica também que 10% dos alojamentos familiares são habitados por uma só pessoa idosa.

Os 15 municípios mais populosos do país apresentam, na generalidade, percentagens mais baixas de alojamentos familiares habitados por uma pessoa idosa a viver só. O peso relativo destes alojamentos varia entre 14,9 por cento em Lisboa, 13,2% no Porto e 5,6% em Braga e em Guimarães.

Em Sintra, Vila Nova de Gaia, Odivelas, Gondomar, Seixal e Matosinhos o peso dos alojamentos familiares habitados por apenas uma pessoa idosa situa-se entre 6,7 por cento e 8,1 por cento, abaixo da média nacional.

http://www.publico.pt/Sociedade/mais-de-12-milhoes-de-idosos-vivem-sozinhos-ou-em-companhia-de-outros-idosos-1532171

As cinco coisas de que as pessoas mais se arrependem antes de morrer


Bronnie Ware é uma enfermeira australiana que durante vários anos trabalhou numa unidade de cuidados paliativos para doentes terminais. No seu blog – Inspiration and Chai – compilou as cinco coisas que as pessoas à beira do fim mais se arrependem de não ter feito.
Ware afirma que as pessoas «crescem imenso quando confrontadas com a sua mortalidade» e que cada indivíduo passa por uma «grande variedade de emoções», «negação, medo, raiva, remorso, mais negação e, eventualmente, aceitação».

Quando questionados sobre o que gostariam de ter feito de forma diferente em vida, os pacientes repetiam frequentemente os temas. Essas respostas foram compiladas e deram origem ao livro 'The Top Five Regrets of The Dying'.

Aqui fica um resumo dos principais arrependimentos das pessoas no leito de morte, tais como foram testemunhados por Bronnie Ware.


Quem me dera ter tido a coragem de viver de acordo com as minhas convicções e não de acordo com as expectativas dos outros. «Este é o arrependimento mais comum. Quando as pessoas se apercebem de que a sua vida esta a chegar ao fim e olham para trás, percebem quantos sonhos ficaram por realizar. (…) A saúde traz consigo uma liberdade de que poucos se apercebem que têm, até a perderem».

Quem me dera não ter trabalhado tanto. «Este era um arrependimento comum em todos meus pacientes masculinos. Arrependiam-se de terem perdido a infância dos filhos e de não terem desfrutado da companhia das pessoas queridas. (…) Todas as pessoas que tratei se arrependiam de terem passado muita da sua existência nos ‘meandros’ do trabalho».

Quem me dera ter tido coragem de expressar os meus sentimentos. «Muitas pessoas suprimiram os seus sentimentos, para se manterem em paz com as outras pessoas. Como resultado disso, acostumaram-se a uma existência medíocre e nunca se transformaram nas pessoas que podiam ter sido. Muitos desenvolveram doenças cujas causas foram a amargura e ressentimento que carregavam como resultado dessa forma de viver».


Quem me dera ter mantido contacto com os meus amigos. «Muitas vezes as pessoas só se apercebem dos benefícios de ter velhos amigos quando estão perto da morte e já é impossível voltar a encontrá-los. (…) Muitos ficam profundamente amargurados por não terem dedicado às amizades o tempo e esforço que mereciam. Todos sentiam a falta dos amigos quando estavam às portas da morte».


Quem me dera ter-me permitido ser feliz. «Muitos só perceberam no fim que a felicidade era uma escolha. Mantiveram-se presos a velhos padrões e hábitos antigos. (…) O medo da mudança fê-los passarem a vida a fingirem aos outros e a si mesmos serem felizes, quando, bem lá no fundo, tinham dificuldade em rir como deve ser».

http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=40612

Como aliviar a ansiedade?

Como diminuir a ansiedade do dia-a-dia é a pergunta à qual, ao longo da sua carreira, Jane Plant - cientista da British Geological Survey - tem procurado dar resposta. Plante deixa uma série de conselhos e sugestões que aqui resumimos. Quebrar hábitos Para muitas pessoas a ansiedade é um padrão de vida, herdaram-no dos seus pais e não sabem como deixar de ser ansiosos relativamente a tudo e todos. A primeira coisa a fazer é tomar consciência de se é ansioso e transformar essa maneira de viver. Ver as coisas com lógica. As pessoas muito ansiosas pegam num simples facto e constroem todo um cenário assustador. Devem por isso tomar consciência de todos os factos antes de começarem a preocupar-se desnecessariamente.É muito importante que o cérebro tenha os nutrientes correctos. E Plant aponta que muitas pessoas que são ansiosas são deficientes em magnésio. Cortar no álcool e na cafeína e no álcool é uma forma fácil e eficaz de reduzir a ansiedade. É essencial respirar! Praticar exercício é muito importante. Yoga ou tai chi são exercícios bastantes relaxantes e calmantes. No entanto, ao longo do dia, é essencial parar e lembrar-se de respirar correctamente: coloque uma mão acima da barriga e a outra abaixo, respire 10 vezes de forma a sentir as suas mãos subirem e descerem. Viva o momento. Deixe de se preocupar com o passado e o futuro, concentre-se no ‘agora’. Em vez de estar constantemente a sofre com o que aconteceu ou pode acontecer, concentre-se na actividade que está a desempenhar, seja ela andar, subir escadas ou simplesmente respirar. Regresse à natureza. Passe tanto tempo quanto possível no exterior junto da natureza. Passear no parque ou cultivar os seus próprios vegetais podem ser actividades que o façam relaxar e sentir a sua utilidade no mundo. http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=40254

Acerca de mim

A minha foto
O Mundo Está nas MÃOS DAQUELES que TEM CORAGEM de Sonhar CORRER o RISCO de VIVER SEUS SONHOS.

Pesquisar neste blogue

Seguidores